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Entre mai 2006 et avril 2007, Native a effectue un bilan des émissions de gaz a effet de serre (GES) de la filière biologique de l'Usine de Sao Francisco (UFRA). Cette évaluation a été réalisée selon le protocole GHG - modèle international pour mesurer les émissions - en considérant les effets de la culture de la canne et la production de sucre et d'alcool a l'usine. Compte-tenu qu'une partie de cette production est destinée a l'exportation, l'énergie nécessaire pour le transport de ces marchandises vers leur destination finale (USA, Europe, Japon) a également été prise en compte.

Les quantités d'émissions trouvées pour UFRA sont plus basses que les niveaux moyens d'émissions de l'industrie de la canne a sucre, du fait de ses méthodes de production biologiques. Comparée a la production de sucre a partir de la betterave en Europe ou au Japon, ou encore a la production de sucre a partir de la betterave ou du mais aux Etats-Unis, les écarts sont encore plus nets, car ces méthodes de production fonctionnent a partir d'énergies fossiles alors que UFRA utilise de l'énergie a base de bagasse de canne a sucre.
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Glossário Ambiental

Apresentamos aqui cerca de 1300 palavras, expressões e significados relacionados ao meio ambiente e à biodiversidade. Para fazer a busca é só clicar sobre a letra inicial correspondente no menu abaixo.



Letra: C { 167 }


CAATINGA Vegetação lenhosa xerofítica muito estacional, de fisionomia variável, que engloba a maior parte do Nordeste brasileiro, havendo muitas espécies suculentas, rica em Cactaceae, Bromeliaceae e Leguminosae, desde esparsa e rala, até floresta caducifólia espinhosa.

CABECEIRA Parte superior de um rio, próximo à sua nascente.

CABO É a parte saliente da costa que com altitude regular avança em relação ao mar em forma de ponta, com a sua largura diminuindo na medida deste avanço.

CACHOEIRA São os grandes desníveis encontrados no curso de um rio.

CADASTRO TÉCNICO FEDERAL DE ATIVIDADES E INSTRUMENTOS DE DEFESA AMBIENTAL Registro obrigatório de pessoas físicas e jurídicas que se dediquem à prestação de serviços de consultoria sobre problemas ecológicos e estudos ambientais, de um modo geral, ou se dediquem à fabricação, comercialização, instalação ou manutenção de equipamentos, aparelhos e instrumentos de controle de poluição, instituído pela Resolução nº 001, de 16.03.88, do CONAMA, regulamentando assim o artigo 17 da Lei nº6.938, de 31.08.81.

CADEIA ALIMENTAR Sistema no qual se processa a transferência de energia de organismos vegetais para uma série de organismos animais, por intermédio da alimentação, e através de reações bioquímicas; cada elo alimenta-se do organismo precedente e, por sua vez sustenta o seguinte.

CADEIA TRÓFICA Ver CADEIA ALIMENTAR.

CAIXA COLETORA Caixa situada em níveis inferior ao do coletor predial e onde se coletam despejos cujo esgotamento exige elevação.

CAIXA DE GORDURA Unidade instalada sempre que houver necessidade ou conveniência, em ramais de cozinhas, particulamente de restaurantes. Sua função é evitar o encaminhamento de grandes quantidades de gorduras e matérias graxas ao sistema de esgoto.

CAIXA DE INSPEÇÃO Caixa destinada a permitir a inspeção e desobstrução de canalizações.

CAIXA QUEBRA-PRESSÃO Caixa destinada a evitar pressão excessiva nas colunas de distribuição das instalações prediais de água fria.

CAIXA SIFONADA COM GRELHA Caixa sifonada, dotada de grelha na parte superior, destinada a receber águas de lavagem de pisos e efluentes de aparelhos sanitários, exclusive os de bacias sanitárias e mictórios.

CAIXA SIFONADA FECHADA Caixa, dotada de fecho híbrico, destinada a receber eflentes de aparelhos sanitários, exclusive os de bacias sanitárias, e descaregá-los diretamente na canalização primária.

CALDA BORDALEZA Mistura de sulfato de cobre e cal, utilizada na agricultaura para combater os parasitas, especialmente fungos. Também empregada na caiação da paredes internas de decantador de ETA, para previnir o desenvolvimento de algas.

CALHA Ver ÁLVEO.

CAMADA DE OZÔNIO Camada de gás O 3, situada a 30 ou 40 km de altura, atua como um verdadeiro escudo de proteção, filtrando os raios ultravioleta emitidos pelo sol.

CÂMARA DE ESCUMA Espaço de fossa séptica destinado à acumulação e digetão dos materiais sobrenadantes nos despejos.

CAMPO Terreno freqüentemente extenso, plano, sem árvores, podendo ser alto, baixo, seco ou úmido. Tipo de vegetação dominado por plantas baixas (gramíneas, ervas e subarbustos).

CANAL Corrente de água navegável que escoa entre bancos de areia, lama ou pedras.

CANALIZAÇÃO DE ESGOTOS Tubulação, galeria ou qualquer conduto destinado ao transporte de esgoto.

CANALIZAÇÃO PRIMÁRIA / SECUNDÁRIA Canalização de instalações prediais de esgotos sanitários, onde tem acesso gases provenientes do coletor público.

CANIBALISMO Variante do predatismo, em que o indivíduo mata e come o outro da mesma espécie.

CANYON Vale estreito entre dois paredões verticais.

CAPACIDADE DE ASSIMILAÇÃO Capacidade que tem um corpo de água em dilluir e estabilizar despejos, de modo a não prejudicar significamente suas qualidades ecológicas e sanitárias.

CAPACIDADE DE CARGA É a expressão genérica utilizada para designar os instrumentos de planejamento para o uso de áreas naturais e urbanas, protegidas ou não por legislação, visando à manutenção de sua qualidade ambiental, pela minimização de impactos negativos.

CAPACIDADE DE INFILTRAÇÃO Quantidade máxima de água que um solo, em determinadas condições, pode absorver num período de tempo.

CAPACIDADE DE SUPORTE Ver CAPACIDADE DE ASSIMILAÇÃO.

CAPACIDADE DE SUSTENTAÇÃO Número máximo de exemplares, de uma espécie da fauna silvestre, que pode ser sustentada numa determinada área de um terreno na condição mais crítica possível.

CAPACIDADE DE UM POÇO Vazão máxima de um poço, sob condições especificadas de bombeamento e de extração.

CAPÃO Conjunto vegetativo, composto de arbustos e árvores de pequeno e médio porte, que se dispõe, à semelhança de ilhas, por pontos diferentes dos campos limpos. Do indígena: caa-poan - ilha de mato, em campo limpo.

CAPITAL NATURAL Conceito que altera teorias econômicas tradicionais, onde a natureza era considerada dádiva infindável.

CAPOEIRA Vegetação secundária que nasce após a derrubada das florestas virgens. Mato que foi roçado, mato que substitui a mata secular derrubada.

CAPTAÇÃO É o conjunto de estruturas e dispositivos construídos ou montados junto a um manancial, para suprir um serviço de abastecimento público de água destinada ao consumo humano.

CARACTERIZAÇÃO ECOLÓGICA É a descrição dos componentes e processos importantes que integram um ecossistema e o entendimento de suas relações funcionais.

CARBAMATO Grupo químico dos agrotóxicos compostos por ésteres do ácido mencarbâmico ou dimenicarbamico. Classifica-se sua toxicidade aguda como intermediária entre os inseticidas fosforados e os clorados. Carbamatos degradam mais rapidamente no ambiente, não se acumulando em tecido gorduroso. Mas vários carbamatos foram proibidos em alguns países, por terem efeitos cancerígenos.

CARCINOGÊNICOS Substâncias químicas que causam câncer ou que promovem o crescimento de tumores iniciados anteriormente por outras substâncias. A maioria das substâncias carcinogênicas é também mutagênica e teratogênica.

CARGA ORGÂNICA Quantidade de oxigênio necessária à oxidação bioquímica da massa de matéria orgânica que é lançada ao corpo receptor, na unidade de tempo. Geralmente, é expressa em toneladas de DBO por dia.

CARGA POLUIDORA Quantidade de material carregado por um corpo de água que exerce efeito danoso em determinados usos da água.

CARGA POLUIDORA ADMISSÍVEL Carga poluidora que não afeta significativamente as condições ecológicas ou sanitárias de um corpo de água, ou seja, a carga aceitável dentro dos limites previstos para os diversos parâmetros de qualidade de água.

CARVÃO ATIVADO Forma de carvão altamente absorvente usada na remoção de maus odores e de substâncias tóxicas.

CASCATA Ver CACHOEIRA.

CASO CLÍNICO Pessoa ou animal que apresenta, no momento, sintomas diagnosticáveis clinicamente.

CATÁDROMO Migração estacional de peixes de água doce que desce para desovar no mar.

CATALIZADOR Substância que altera a velocidade das reações químicas sem serem gastas.

CATARATA Ver CACHOEIRA.

CATEGORIA DE CONSUMIDOR É a qualificação do consumidor de acordo com o que ele faz com a água e com quantidade de água consumida na unidade de tempo.

CATEGORIAS DE MANEJO E OUTRAS DENOMINAÇÕES ATUALMENTE EXISTENTES Níveis: Em nível Federal: Parque Nacional, Reserva Biológica, Estação Biológica, Área de Relevante Interesse Ecológico, Reserva Ecológica, Área de Preservação Permanente, Área de Proteção, Ambiental, Área sob Proteção, Especial, Área Especial de Interesse Turístico, Área Tombada, Reserva Extrativista, Floresta Nacional. 2. Em Nível Estadual: Reserva Biológica Estadual, Reserva Estadual, Estação Ecológica Estadual, Reserva Florestal, Reserva de Recursos, Floresta Estadual, Parque Florestal, Parque Estadual, Parque Ecológico Estadual, Estação Ecológica Estadual, Reserva Biológica Estadual, Área de Proteção Especial, Área sob Proteção Especial, Área Especial de Proteção, Área de Proteção Ambiental. A legislação prevê, ainda, o enquadramento na categoria Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) criada pelo Decreto Federal nº 98.914/90.

CAVERNA Toda e qualquer cavidade subterrânea formada principalmente nas rochas calcáreas ou areníticas.

CÉLULAS (RESIDUOS SÓLIDOS) Porção de resíduos compactados no aterro, limitada por camadas de material de cobertura. Normalmente contém a produção de uma jornada de trabalho.

CENÁRIO Previsão que se obtem a partir de pressupostos formulados com a finalidade de fazer comparações entre diversas situações, mais do que a de prever eventos ou condições reais.

CENSO Contagem do número de indivíduos ou espécies presentes numa determinada área.

CERRADO Tipo de vegetação que ocorre no Planalto Central brasileiro, em certas áreas da Amazônia e do Nordeste, em terreno geralmente plano, caracterizado por árvores baixas e arbustos espaçados, associados a gramíneas, também denominado campo cerrado.

CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE INDUSTRIAL É acondição tecnológica que se vale o consumidor ou seu representante, através de um sistema institucional qualquer, para se certificar que o produto realmente tem propriedades capazes de satisfazer as necessidades do consumidor.

CERTIFICAÇÃO DINÂMICA DA QUALIDADE É feito por órgão representante dos interesses do consumidor, mediante a fiscalização do sistema de controle dinâmico da qualidade do produtor.

CERTIFICAÇÃO ESTÁTICA DA QUALIDADE É feita pelo consumidor ou seu representante, mediante a inspeção de recebimento.

CESSÃO DE USO Ver CONCESSÃO DE USO.

CFC OU CLOROFLUORCARBONO Família de gases inventados pelo Homem, não inflamáveis e de baixa toxicidade, usados por décadas como propelentes de aerossóis, para fabricar espumas, limpar de equipamentos de precisão e em motores de aparelhos de refrigeração. Nos anos 70, descobriu-se que CFC é o grande vilão do buraco da Camada de Ozônio.

CHAMINÉ Qualquer duto destinado à condução de gases, vapores e materiais particulados à atmosfera.

CHAPADA Denominação usada no Brasil para as grandes superfícies às vezes horizontais situadas a mais de 600m de altitude, que aparecem na região Centro-Oeste e também com dimensões menores no Nordeste.

CHEIA Ápice da onda cheia.

CHORUME DO LIXO Líquido escuro, malcheiroso, constituído de ácidos orgânicos, produto da ação enzimática dos microorganismos, de substâncias solubilizadas através das águas da chuva que incidem sobre o lixo. O chorume tem composição e quantidade variáveis. Entre outros fatores, afetam sua composição o índice pluviométrico e o grau de compactação das células de lixo.

CHUVA Precipitação de água líquida, sob forma de gotas.

CHUVA ÁCIDA Chuva contaminada por poluentes atmosféricos, como os óxidos sulfúricos (de enxofre) e nítricos (de nitrogênio). As gotas contaminadas (PH mais baixo) penetram no solo, envenenando-o, o que causa a morte de florestas. Também contaminam rios, lagos e corroem elementos como mármore, ameaçando patrimônios artísticos e arquitetônicos.

CHUVA EFETIVA Excesso de chuva capaz de produzir escoamento superficial.

CHUVA TOTAL Chuva recolhida, na área receptora do instrumento de observação.

CICLO DAS ÁGUAS Tem origem na evaporação. As águas das chuvas, ao caírem na superfície do solo, tomam os seguintes destinos: uma parte pode infiltrar-se, outra correr superficialmente e outra evaporar-se, retornando à atmosfera para constituir um novo ciclo.

CICLO DE CORTE Corresponde a quantidade de anos necessários para que as árvores passem do estágio de co-dominantes para o estágio de dominantes.

CICLO DE VIDA (DE PRODUTO) Significa todas as etapas da formação de um produto envolvendo as características das matérias-primas que o integram, sua produção, distribuição, reutilização ou eliminação no ambiente.

CICLO HIDROLÓGICO Ver CICLO DAS ÁGUAS.

CICLO VITAL Compreende o nascimento, o crescimento, a maturidade, a velhice e a morte dos organismos.

CICLONE Um ciclone é uma estrutura sem partes móveis na qual a velocidade de um gás, ao entrar, é transformada em um vórtex do qual forças centrífugas tendem a dirigir as partículas em suspensão para a parede do corpo do ciclone.

CICLOS BIOGEOQUÍMICOS Circulação na natureza de substâncias essenciais à renovação, manutenção e reprodução dos organismos vivos. Os principais ciclos são os do Carbono (pelo qual átomos de carbono se incorporam em compostos orgânicos através da fotossíntese), do Nitrogênio (absorvido na forma de nitratos por plantas comidas por animais, produzindo excrementos contendo nitrato, que volta ao solo), da Água (evaporação, à chuva, e assim por diante), do Oxigênio, do Enxofre e do Fósforo.

CIDADE É o espaço contínuo ocupado por um aglomerado humano considerável, denso e permanente, cuja evolução e estrutura (física, social e econômica) são determinadas pelo meio físico, pelo desenvolvimento tecnológico e pelo modo de produção do período histórico considerado e cujos habitantes têm status urbano.

CIRCULARES São ordens escritas, de caráter uniforme, expedidas a determinados funcionários ou agentes administrativos incumbidos de certo serviço, ou de desempenho de certas atribuições em circunstâncias especiais.

CISALHAMENTO DO VENTO Interação entre duas camadas horizontais de vento, onde a inferior sofre o efeito de desaceleração pela influência das forças vicosas.

CLARIFICAÇÃO Qualque processo ou combinação de processos, de efeito primário, que reduz a concentração de materiais suspensos na água.

CLASSES DE ÁGUA Classificação da qualidade da água dos rios, mares e outros corpos d'água. No Brasil, a Resolução 20/86, do CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente, define cinco classes para as águas doces, e determina que tipo de uso pode se fazer da água, em cada caso (de consumo humano à navegação). No caso de águas salobras (com 0,5 a 30% de salinidade) e salinas (salinidade acima de 30% de salinidade) a Resolução estabelece duas classes para cada uma.

CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE QUALIDADE DO AR O PRONAR, Programa Nacional de Controle da Qualidade do Ar instituído pela Resolução nº 05, de 15 de junho de 1989, do CONAMA, determinou o enquadramento de áreas do território nacional, de acordo com os usos, em três classes: Áreas de preservação, lazer e turismo, tais como Parques Nacionais e Estaduais, Reservas e Estações Ecológicas, Estâncias Hidrominerais e Hidrotermais. Nestas áreas deverá ser mantida a qualidade do ar em nível o mais próximo possível do verificado sem a intervenção antropogênica. Áreas onde o nível de deterioração da qualidade do ar seja limitado pelo padrão secundário de qualidade. Áreas de desenvolvimento onde o nível de deterioração da qualidade do ar seja limitado pelo padrão primário de qualidade. Através de Resolução específica do CONAMA serão definidas as áreas de Classe I e Classe III, sendo as demais consideradas de Classe II".

CLIMA Elementos constituintes do clima: insolação, precipitação, temperatura, umidade, ventos. Os estudos climáticos podem ser realizados em três níveis: Macroclima: abrange as grandes regiões e zonas climáticas da terra (Região Mediterrânea, Região Polar, Região Equatorial); Mesoclima: é o clima geral modificado de forma local por diversos aspectos como relevo, altitude, urbanização, etc. Ex.: Clima urbano, clima litorâneo, clima de montanha, clima de fundo de vale; Microclima: ocorre em condições muito restritas em ambientes limitados. Ex.: microclima florestal, microclima de cultivos, microclima de encosta, etc.

CLÍMAX Complexo de formações vegetais mais ou menos estáveis durante longo tempo, em condições de evolução natural. Diz-se que está em equilíbrio quando as alterações que apresenta não implicam em rupturas importantes no esquema de distribuição de energia e materiais entre seus componentes vivos.

CLORAÇÃO Adição de cloro em água utilizada, de refrigeração ou destinada à distribuição ao público. Cada tratamento visa a fins diferentes, respectivamente: desinfecção, tratamento algicida e esterilização.

CLORDANO Inseticida hidrocarboneto clorato, insolúvel na água, ma miscível nos solventes hidrocarbonetos aromáticos e alifáticos. Bioacumula nos organismos aquáticos utilizados na alimentação humana e é considerada uma substância potencialmente cancerígena.

CLORO RESIDUAL Cloro remanescente na água ou no esgoto após o tratamento, dependendo da dosagem e do tempo de contato.

CLOROFILA Pigmento verde foto-sintético que se encontra nas células vegetais.

CLORTION Também conhecido como clorotion. É um inseticida organo fosforato miscível com benzeno, álcool, éter e insolúvel na água. Ele é utilizado para exterminar baratas, mosquitos e certos tipos de larvas.

COAGULAÇÃO Estado de aglomeração de partículas em suspensão - notadamente de uma solução coloidal, após a ruptura da estabilidade dessa suspensão. A ruptura resulta da neutralização das cargas eletrostáticas das partículas, eletronegativas na maioria dos casos.

COBERTURA MORTA Camada natural de resíduos de plantas espalhadas sobrea asuperfície do solo, para reter a umidade, protegê-lo da insolação e do impacto das chuvas.

COBERTURA VEGETAL A porcentagem da superfície do solo recoberta pela projeção vertical das partes aéreas da vegetação.

CÓDIGO FLORESTAL Código instituído pela Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965 em cujo artigo 1º está previsto que as florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação, reconhecidas de utilidade às terras que revestem, são bens de interesse comum a todos os habitantes do país.

COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS OU LIXO Separação de vidros, plásticos, metais e papéis pela população para reutilização, ou reciclagem.

COLETORES ÚMIDOS Coletores úmidos são aparelhos que, usando diferentes métodos, umedecem as partículas de uma corrente gasosa, com o objetivo de removê-las. Há grande variedade de coletores úmidos, conforme o custo, a eficiência da coleta e a quantidade de energia que consomem.

COLIFORMES Bactérias ou seres unicelulares similares à Esterichia colli, presentes em expressivas quantidades nas fezes humanas e de outros animais. A presença de coliformes na água é sinal de contaminação fecal, podendo causar moléstias, como doenças de pele e hepatite.

COLIMETRIA É a determinação da quantidade de bactérias do grupo coli, o que é realizado tendo em vista o seu número mais provável em certo volume de água.

COLMATAGEM Deposição de partículas finas, como argila ou silte, na superfície e nos interstícios de um meio poroso permeável, por exemplo, o solo, reduzindo-lhe a permeabilidade.

COLÚVIO Material transportado de um lugar para outro, principalmente por efeito da gravidade. O material coluvial só aparece no sopé de vertentes ou em lugares pouco afastados de declives que lhe estão acima.

COMBUSTÃO Reação exotérmica do oxigênio com matérias oxidáveis. É a fonte mais fácil e mais utilizada de calor e energia, esta última resultante da transformação mecânica ou elétrica da energia térmica, com rendimentos globais algumas vezes muito fracos..

COMBUSTÍVEL FÓSSIL Composto derivado de antiguíssimos restos fósseis de vegetais, como, por exemplo, o petróleo e o carvão.

COMISSÃO BRUNDTLAND "World Comission on Environment and Development", criada pelo Programa de Meio Ambiente da ONU, atuou entre 1983 e 1987. Presidida por Gro Brundtland, que foi primeira-ministra da Noruega e presidiu a Conferência de Meio Ambiente Humano em 1972. Produziu o relatório "Nosso Futuro Comum", diagnóstico da situação ambiental mundial sob a ótica do desenvolvimento sustentável que inspirou a realização da Rio-92.

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO DA ONU Ver COMISSÃO BRUNDTLAND.

COMITÊ DE DEFESA DO LITORAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (CODEL-RJ) Criado pela Lei nº 1.304, de 7.10.87, e regulamentado pelo Decreto nº 11.376, de 2.06.88, com a competência de elaborar e apresentar ao governo proposta de macrozoneamento e diretrizes de desenvolvimento para a área costeira do Estado do Rio de Janeiro, elaborar e implementar um plano estadual de prevenção e controle da poluição acidental e examinar e aprovar planos, programas e projetos situados na zona costeira.

COMITÊS DE BACIA HIDROGRÁFICA Previstos na Lei de Recursos Hídricos (Lei Federal 9433/97), são fóruns deliberativos formados na região de uma bacia hidrográfica; sub-bacia, ou grupo de bacias hidrográficas contíguas. Na sua área de atuação, devem elaborar e acompanhar o Plano de Recursos Hídricos, estabelecem valores para a cobrança da água e arbitram, em primeira instância, os conflitos relacionados aos recursos hídricos. Seus membros representam três setores presentes na área geográfica abrangida pelo comitê: 1- governo (União, Estados ou Distrito Federal e Municípios); 2- usuários das águas; 3- organizações civis de recursos hídricos. Se a bacia abranger terras indígenas, as comunidades e a FUNAI - Fundação Nacional do Índio, também participam.

COMPACTAÇÃO Operação de redução do volume de materiais empilhados, notadamente de resíduos. A compactação de resíduos urbanos, matérias plásticas, seguida de revestimento de asfalto ou cimento, é preconizada como solução para a eliminação de certos rejeitos, para uso como material de construção. Quando do despejo controlado de resíduos urbanos, utiliza-se por vezes um método chamado compactação de superfície.

COMPETÊNCIA A quantidade ou qualidade do poder funcional que, na Administração, a lei atribui às pessoas, órgãos ou agentes públicos para manifestar sua vontade (...) A competência resulta da lei, donde o princípio de reserva legal de competência que pode enunciar-se: nenhum ato sem competência, nenhuma competência sem lei anterior que a defina.

COMPONENTE AMBIENTAL Ver FATOR AMBIENTAL.

COMPOSTAGEM Processo de transformação de materiais orgânicos (lixo "úmido"), como restos de alimentos, em um fertilizante denominado composto, que tem a vantagem de melhorar a propriedades de retenção da umidade do solo. As usinas de compostagem nos centros urbanos realizam também a separação de lixo seco, encaminhando para a reciclagem.

COMPOSTO Mistura de matéria orgânica decomposta utilizada para fertilizar e condicionar o solo. Provém normalmente dos despejos, lixos, resíduos orgânicos, excrementos de animais e lodos dos esgotos urbanos.

COMUNIDADE É uma unidade social com estrutura, organização e funções próprias dentro de um contexto territorial determinado.

COMUNIDADE BIOLÓGICA Ver COMUNIDADE BIÓTICA.

COMUNIDADE BIÓTICA Um conjunto de organismos, em um ecossistema, cuja composição e aspecto são determinados pelas propriedades do ambiente e pelas relações de uns organismos com os outros. O componente biológico de um ecossistema.

COMUNIDADE EDÁFICA "Conjunto de populações vegetais dependentes de determinado tipo de solo" (Resolução nº12, de 4.05.94, do CONAMA).

CONAMA Conselho Nacional de Meio Ambiente.

CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES Quantidade total de poluentes contidos em uma unidade de volume ou massa; no caso do ar, esta quantidade total é a uma dada temperatura e pressão. A concentração de poluentes é normalmente expressa em massa, volume ou número de partículas (no caso do ar) por unidade de volume ou massa.

CONCESSÃO DE USO É a modalidade contratual de Direito Público em que a Administração transfere um bem público a um particular para que este o utilize no interesse público. O contrato administrativo tem finalidade vinculada.

CONE DE ALUVIÃO Ver CONE DE DEJEÇÃO.

CONE DE DEJEÇÃO Depósito de material detrítico que aparece abaixo do canal de escoamento de uma torrente.

CONFERÊNCIA DAS PARTES (COP) Conference of the Parties - A COP é o corpo supremo da Convenção. Ela normalmente se encontra uma vez ao ano para revisar os progressos da Convenção. A palavra "conferência" não é usada aqui no sentido de encontro, mas no sentido de "associação", que explica a aparente redundância da expressão "quarta sessão da Conferência das Partes".

CONJENTO HABITACIONAL Grupo de habitações planejadas e dispostas de forma integrada, com dotação e instalação adequadas de serviços urbanos, sistema viário, infra-estrutura, áreas verdes ou livres, educação, comércio, serviços assistenciais e de saúde, etc.

CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE Conselho paritário de representantes do governo e da sociedade, no Estado do Rio de Janeiro, regulamentado pelo Decreto nº 10.334, de 11.09.87, com a atribuição de estabelecer as diretrizes da Política Estadual de Controle Ambiental e orientar o Governo Estadual na defesa do meio ambiente, na preservação dos bens naturais e na melhoria da qualidade de vida.

CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS Previsto na Lei de Recursos Hídricos (Lei Federal 9433/97) é o órgão máximo da Política Nacional de Recursos Hídricos. Entre outros, deve atuar no planejamento do setor a nível nacional, estadual, regional; arbitrar em última instância conflitos relacionados ao uso de recursos hídricos; deliberar sobre projetos de aproveitamento da água quando a questão extrapola o âmbito dos Estados; estabelecer critérios para a outorga de direitos e cobrança do uso da água. Seus membros são representantes de: Ministérios e Secretarias da Presidência da República com atuação no setor; Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos; usuários e organizações civis de recursos hídricos.

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (CONAMA) O CONAMA é o Órgão Superior do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) "com a função de assistir o Presidente da República na Formulação de Diretrizes de Política Nacional do Meio Ambiente" (Lei nº 6.938/81). Após a vigência do Decreto nº 99.274/90, o plenário do CONAMA é composto por: o Ministro de Estado do Meio Ambiente da Amazônia Legal e dos Recursos Hídricos, que o preside, o Secretário de Meio Ambiente, o Presidente do IBAMA; representantes de cada ministério, dos governos dos Estados, Territórios e Distrito Federal, designados pelos respectivos governadores, das Confederações Nacionais dos Trabalhadores no Comércio, na Indústria e na Agricultura, das Confederações Nacionais do Comércio, da Indústria e da Agricultura, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) e da Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza (FBCN), de duas associações civis de defesa do meio ambiente, de cinco entidades da sociedade civil ligadas à preservação da qualidade ambiental, sendo uma de cada região geográfica do País.

CONSERVAÇÃO 1. Desenvolvimento de ações de proteção dos recursos naturais para determinado uso. 2. Sistema flexível ou conjunto de diretrizes planejadas para o manejo e utilização sustentada dos recursos naturais, a um nível ótimo de rendimento e preservação da diversidade biológica. 3. Uso racional de qualquer recurso da natureza através de medidas que assegurem a sua renovação ou auto-sustentação, podendo ser efetuado a utilização econômica dos recursos naturais. 4. Consiste na gestão do uso dos recursos da biosfera pelo ser humano, de forma que produza o maior benefício sustentado para as gerações atuais, mas que mantenha sua potencialidade para satisfazer as necessidades e as aspirações das gerações futuras.

CONSERVAÇÃO AMBIENTAL Do latim, cum - junto; servare - guardar, manter. Manejo dos recursos do ambiente, ar, água, solo, minerais e espécies vivas, incluindo o Homem, de modo a conseguir a mais alta qualidade de vida humana com o menor impacto ambiental possível. Ou seja, busca compatibilizar os elementos e formas de ação sobre a natureza, garantindo a sobrevivência e qualidade de vida de forma sustentável.

CONSERVAÇÃO DA NATUREZA O manejo do uso humano da natureza, compreendendo a preservação, a manutenção, a utilização sustentável, a restauração e a recuperação do ambiente natural, para que possa produzir o maior benefício, em bases sustentáveis, às atuais gerações, mantendo seu potencial de satisfazer às necessidades das gerações futuras, e garantindo a sobrevivência dos seres vivos em geral.

CONSERVAÇÃO DO SOLO Conjunto de métodos de manejo do solo que, em função de sua capacidade de uso, estabelece a utilização adequado do solo, a recuperação de suas áreas degradadas e mesmo a sua preservação.

CONSERVACIONISMO É uma filosofia de ação que se fundamenta na defesa dos valores naturais, objetivando evitar que desequilíbrios ecológicos prejudiquem as espécies, notadamente o homem e suas gerações futuras.

CONSIGNAÇÃO Instrumento econômico de política ambiental no qual "os consumidores pagam uma sobretaxa (depósito) ao comprar um produto potencialmente poluidor e recebem reembolso quando retornam o produto ao centro de reciclagem ou ao local apropriado para deposição. Pode ser usada para embalagem de bebidas, pilhas e baterias, carroceria de automóveis, pneus, e objetos como refrigeradores e óleos lubrificantes.

CONSUMIDOR VERDE Aquele que relaciona ao ato de comprar ou usar produtos com a possibilidade de - através disso - colaborar com a preservação ambiental. O consumidor verde sabe que, recusando-se a comprar determinados produtos, pode desestimular a produção daquilo que agride o meio ambiente. Por isso, evita produtos que: representem um risco à sua saúde ou de outros; prejudique o ambiente durante a produção, uso ou despejo final; consuma muita energia; apresente excesso de embalagens, ou seja, descartável; 5- contenha ingredientes procedentes de habitats ou espécies ameaçadas; no processo de produção tenha usado indevida ou cruelmente animais; afete negativamente outros povos, ou outros países.

CONTABILIDADE AMBIENTAL Aquela que contabiliza a degradação do meio ambiente pelas atividades humanas, o uso e a exaustão dos recursos naturais, atribuindo valores monetários aos custos e benefícios para o meio ambiente trazidos por essas mesmas atividades. Pressupõe a definição de indicadores econômicos (produto interno, renda nacional, capital e formação de capital, consumo e valor ambiental) assim ajustados em função do meio ambiente.

CONTAMINAÇÃO Introdução, no meio, de elementos em concentrações nocivas à saúde humana, tais como organismos patogênicos, substâncias tóxicas ou radioativas.

CONTAMINANTES DO AR Toda matéria ou substância que altere a qualidade do ar, tal como: fumaça, fuligem, poeira, carvão, ácidos, fumos, vapores, gases, odores, partículas e aerossóis.

CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO Em sentido lato, é tomado como contenda, controvérsia, litígio, envolvendo matéria administrativa, isto é, concernente a relações jurídicas administrativas: esta é a acepção material. Em sentido estrito, contencioso administrativo é designativo da forma de especialização da atividade administrativa para, em órgãos diferenciados, julgar aqueles litígios: é a acepção formal.

CONTRADECLIVIDADE Ver ACLIVE.

CONTRAFORTES Denominação dada às ramificações laterais de uma cadeia de montanhas. Os contrafortes quase sempre estão em posição perpendicular, ou pelo menos oblíqua, ao alinhamento geral. É um termo de natureza descritiva usado pelos geomorfólogos e geólogos ao tecerem considerações sobre o relevo de regiões serranas.

CONTROLE Termo utilizado para definir um estado no qual determinada ação antrópica ou processo industrial se desenvolve observando critérios ou padrões de qualidade previsíveis.

CONTROLE AMBIENTAL É a atividade que exerce a orientação, a correção, a fiscalização e o monitoramento sobre as ações referentes à utilização dos recursos ambientais, de acordo com as técnicas administrativas e as leis em vigor.

CONTROLE BIOLÓGICO Utilização de inimigos naturais para combater organismos prejudiciais às culturas agrícolas. Um exemplo: o controle de pernilongos pela criação de peixes que ingerem larvas.

CONTROLE DE QUALIDADE É o conjunto de atividades desenvolvidas numa empresa, onde se somam ações de planejamento, programação e coordenação de esforços de todos os seus setores, objetivando obter e manter a qualidade (de seus produtos ou serviços) fixada por um dado referencial.

CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS Uma abordagem multidisciplinar do manejo de populações de abordagens pragas, que usa uma variedade de técnicas de controle de maneira compatível com o conhecimento ecológico das pragas; propicia o máximo proveito de fatores de morbidade naturais, complementado em alguns casos pelo uso de agrotóxicos químicos artificiais.

CONURBAÇÃO É a fusão de duas ou mais áreas urbanizadas ou aglomerados urbanos (...) Pode-se definí-la também como sendo uma área urbanizada que contenha duas ou mais áreas urbanas.

CONVERSOR CATALÍTICO Aparelho utilizado no combate à poluição atmosférica. Remove os contaminantes orgânicos, oxidando-os em CO 2e H 2O através de reação química. Pode ser também empregado para reduzir as emissões de NO 2dos veículos a motor.

COOPERATIVA DE CATADORES Organização de catadores na forma de cooperativas incentivadas por algumas ONGs e prefeituras, para facilitar o comercio de materiais recicláveis, conseguindo melhores preços, entre outras vantagens Catadores de lixo são trabalhadores informais que coletam grande quantidade de materiais recicláveis nos centros urbanos e os revendem a intermediários.

CORDILHEIRA Grandes cadeias de montanhas. Ex.: Andes, Himalaia, Alpes.

COROA Ver BANCO DE AREIA.

CORPO D´ÁGUA INTERNACIONAL Rio, canal, lago ou qualquer corpo d´água similar que forme uma fronteira, ou qualquer rio ou superfície de água que corre através de dois ou mais países.

CORPO RECEPTOR Cursos d´água naturais, lagos, reservatórios ou oceano no qual a água residuária, tratada ou não, é lançada.

CORREDEIRA Ver CACHOEIRA.

COSTA Ver LITORAL.

COSTÃO Denominação usada no litoral paulista para os esporões da Serra do Mar que penetram na direção do oceano, dando aparecimento a falésia.

COSTÃO ROCHOSO Denominação generalizada dos ecossistemas do litoral, onde não ocorrem manguezais ou praias e que são constituídos por rochas autóctones - inteiras ou fragmentadas por intemperismo - que formam o hábitat de organismos a ele adaptados.

COTA FLUVIOMÉTRICA Altura da superfície das águas de um rio em relação a uma determinada referência.

COTA LINIMÉTRICA Altura da superfície de água acima do zero da escala. É usada como sinônimo de nível da água.

CRESCIMENTO ECONÔMICO O crescimento econômico se distingue conceitualmente do desenvolvimento econômico por que este supõe também mudanças estruturais, inovações tecnológicas e empresariais e modernização da economia em geral.

CRESCIMENTO POPULACIONAL Mudança de densidade populacional, como resultante da ação cominada de natalidade, mortalidade e migrações.

CRESCIMENTO POPULACIONAL VEGETATIVO Diferença entre o número de nascimentos e de mortes em uma população, correspondente a determinado período de tempo.

CRIADOURO Local propício ao acúmulo de água, possibilitando a proliferação de mosquitos.

CRISTA "Intersecção dos planos das vertentes, definindo uma linha simples ou ramificada, determinada pelos pontos mais altos a partir dos quais divergem os declives das vertentes" (Resolução nº004, de 18.09.85, do CONAMA).

CRITÉRIOS DE QUALIDADE AMBIENTAL Baseados no conhecimento científico e nas informações existentes sobre o comportamento dos componentes ambientais e suas interações, os critérios de qualidade ambiental são o conjunto de princípios, normas e padrões que servem de base para a apreciação, formação ou confirmação de julgamentos quanto à qualidade do meio ambiente ou de seus componentes.

CRITÉRIOS DE QUALIDADE DA ÁGUA Sistemáticas, métodos e padrões adotados para o estabelecimento e aplicação de políticas de controle da qualidade da água.

CRITÉRIOS DE QUALIDADE DO AR AMBIENTE São os níveis e tempos de exposição nos quais ocorrem efeitos prejudiciais à saúde e ao bem-estar.

CRITICIDADE O conceito de criticidade foi desenvolvido para qualificar um sistema ambiental (uma área geográfica, um ecossistema) em relação à situação de um ou mais de seus componentes ou recursos ambientais, face aos padrões estabelecidos para os usos a que se destinam. Por exemplo, pode-se dizer que a situação de um rio é crítica quanto à poluição por uma certa substância tóxica se a concentração dessa substância em suas águas é próxima ou mesmo ultrapassa os padrões admissíveis para abastecimento público, se este rio destina-se a esse uso.

CUME Ver TOPO.

CUME LITÓLICO "Ponto mais alto de um morro ou elevação constituído basicamente de rochas" (Resolução nº 12, de 4.05.94, do CONAMA).

CUMEADA Ver CRISTA.

CURVA DE REMANSO Perfil longitudinal da superfície de um curso de água, quando ela se eleva acima do seu nível normal, pela presença de uma obstrução artificial ou natural.

CURVAS DE NÍVEIS Linha traçada sobre um mapa, indicando o lugar geométrico dos pontos para os quais uma determinada propriedade (a altitude) é constante.

CUSTO AMBIENTAL Danos e perdas com que arca a sociedade como conseqüência dos prejuízos causados por degradação ambiental, substituição dos usos do solo (cultivos tradicionais, por exemplo), diminuição da qualidade da água etc.

CUSTO SOCIAL Custos de certa atividade ou produto que são bancados pela sociedade como um todo e que não são necessariamente iguais aos custos bancados pelo indivíduo ou empresa que realiza aquela atividade ou produção.

Meio Ambiente Para Todos: www.meioambiente.org.br
BRB21 Engenharia e Meio Ambiente: www.brbambiental.com.br
GuiaNatura o Guia da Natureza: www.guianatura.com.br
Miranda, Evaristo Eduardo. Coleção 50 Palavras: A Ecologia. São Paulo, Ed. Loyola, 1995.
Batalha, Ben-Hur Luttembarck. Glossário de Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro, 1987.
Verocai, Iara. Vocabulário Básico do Meio Ambiente. Rio de Janeiro, 1997.