Sustentabilidade
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Carbone Neutre
Entre mai 2006 et avril 2007, Native a effectue un bilan des émissions de gaz a effet de serre (GES) de la filière biologique de l'Usine de Sao Francisco (UFRA). Cette évaluation a été réalisée selon le protocole GHG - modèle international pour mesurer les émissions - en considérant les effets de la culture de la canne et la production de sucre et d'alcool a l'usine. Compte-tenu qu'une partie de cette production est destinée a l'exportation, l'énergie nécessaire pour le transport de ces marchandises vers leur destination finale (USA, Europe, Japon) a également été prise en compte.

Les quantités d'émissions trouvées pour UFRA sont plus basses que les niveaux moyens d'émissions de l'industrie de la canne a sucre, du fait de ses méthodes de production biologiques. Comparée a la production de sucre a partir de la betterave en Europe ou au Japon, ou encore a la production de sucre a partir de la betterave ou du mais aux Etats-Unis, les écarts sont encore plus nets, car ces méthodes de production fonctionnent a partir d'énergies fossiles alors que UFRA utilise de l'énergie a base de bagasse de canne a sucre.
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Autossuficiência Energética

A Usina São Francisco é autossuficiente em produção de energia elétrica a partir da combustão do bagaço da cana. Caldeiras de alta eficiência garantem a queima limpa dessa biomassa, sem emissão de enxofre. As caldeiras produzem vapor, convertido nas energias térmica, mecânica e elétrica. O vapor movimenta um turbo gerador que atende às necessidades de energia elétrica da Usina.

Em junho de 1987, a Usina São Francisco, pela primeira vez no Brasil, comercializou um pequeno excedente de energia elétrica junto à rede de distribuição local, inaugurando o fornecimento à população de energia oriunda do bagaço de cana.

Em 2002, com a expansão da UTE Santo Antônio, a Bioenergia alcançou uma capacidade de produção de energia elétrica de 140 GWh/ano, dos quais 53 GWh/ano são consumidos no processo de moagem da cana-de-açúcar e 87 GWh/ano são comercializados.

A partir de 2010, com a expansão da capacidade da UTE São Francisco, a Bioenergia ampliou sua capacidade de produção para 218 GWh/ano e atingiu uma comercialização de 146 GWh/ano. A energia comercializada pela Bioenergia é suficiente para abastecer às necessidades de uma cidade com 476 mil habitantes.

A expansão do modelo de cogeração para outras usinas poderia atenuar o risco de blecaute do fornecimento de energia elétrica na região Nordeste do Estado de São Paulo. A safra de cana-de-açúcar ocorre entre maio e novembro, período de estiagem, quando o nível dos reservatórios das hidrelétricas é baixo.

Além dessa vantagem estratégica, o sistema de cogeração de energia elétrica a partir da combustão do bagaço da cana (combustível oriundo da biomassa) é neutro em emissão de gases do efeito estufa, em oposição à geração de energia em termelétricas movidas por combustíveis fósseis, as quais são altamente emissoras. O projeto de cogeração do Grupo Balbo, analisado e aprovado no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Kyoto, já propiciou a comercialização de créditos de carbono referentes a 143 mil toneladas, volume de emissões evitadas entre 2002 e 2010. 

A agroindústria canavieira tem grande potencial nessa área, em ações como:

01. Substituição do cultivo convencional pelo cultivo orgânico;

02. Estabelecimento de ilhas de biodiversidade nos canaviais;

03. Produção de álcool combustível (de origem não fóssil) e seus derivados;

04. Cogeração de energia a partir do bagaço de cana;

05. Substituição de açúcar de beterraba pelo açúcar da cana.