Projeto Cana Verde
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Entre mai 2006 et avril 2007, Native a effectue un bilan des émissions de gaz a effet de serre (GES) de la filière biologique de l'Usine de Sao Francisco (UFRA). Cette évaluation a été réalisée selon le protocole GHG - modèle international pour mesurer les émissions - en considérant les effets de la culture de la canne et la production de sucre et d'alcool a l'usine. Compte-tenu qu'une partie de cette production est destinée a l'exportation, l'énergie nécessaire pour le transport de ces marchandises vers leur destination finale (USA, Europe, Japon) a également été prise en compte.

Les quantités d'émissions trouvées pour UFRA sont plus basses que les niveaux moyens d'émissions de l'industrie de la canne a sucre, du fait de ses méthodes de production biologiques. Comparée a la production de sucre a partir de la betterave en Europe ou au Japon, ou encore a la production de sucre a partir de la betterave ou du mais aux Etats-Unis, les écarts sont encore plus nets, car ces méthodes de production fonctionnent a partir d'énergies fossiles alors que UFRA utilise de l'énergie a base de bagasse de canne a sucre.
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Uma História de Amor a Terra

A família Balbo iniciou suas atividades no setor açucareiro em 1903, quando o patriarca Attílio Balbo começou a trabalhar no Engenho Central na cidade de Sertãozinho, no interior de São Paulo. Durante os 43 anos seguintes, o Sr. Attílio e seus filhos se especializaram nas mais diversas atividades envolvidas no setor açucareiro.

No fim desse período, mais precisamente em 1946, a família fundou a Usina Santo Antônio (USA). A vocação, aliada com a experiência e conhecimento, gerou na moagem de 16.000 toneladas de cana-de-açúcar e na produção de 1.664 toneladas de açúcar (27.733 sacas de 60 quilos) na primeira safra, em 1947.

A família ainda não possuía destilaria nem terras próprias para o cultivo da cana. Dali em diante os passos para o crescimento foram constantes. Marcos importantes foram as aquisições das seguintes usinas: Usina São Francisco (UFRA), em 1956; Usina Santana, em 1962 (ambas em Sertãozinho), e a Usina Perdigão, em 1965, em Ribeirão Preto. As duas últimas foram incorporadas à USA. Em 2008 foi inaugurada a Usina Uberaba, uma parceria entre o Grupo Balbo e outros grupos empresariais.

 


Administradas por homens com experiência no cultivo e na industrialização da cana-de-açúcar, as usinas registraram aumento expressivo da capacidade produtiva hoje, com 6,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, 300 mil toneladas de açúcar, e 330 milhões de litros de etanol.

As três usinas do Grupo cultivam juntas 37.800 hectares de áreas, onde são produzidas aproximadamente 3,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar própria. As 3,3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar restantes são adquiridas de mais de 300 produtores rurais autônomos tradicionais das regiões onde as unidades industriais estão instaladas. Entre elas: Sertãozinho, Ribeirão Preto, Jardinópolis, Dumont, Barrinha, Jaboticabal e Uberaba.

As usinas são autossuficientes em energia, obtendo-a a partir da queima do bagaço da cana-de-açúcar. A produção de energia térmica, mecânica e elétrica, em modelo de cogeração, está a cargo da empresa Bioenergia, também do Grupo Balbo, que atende às necessidades das empresas e comercializa os excedentes de energia elétrica. 

Além da USA, da UFRA, da Usina Uberaba e da Bioenergia, o Grupo detém participações nas empresas PHB Industrial S.A., que desenvolve a tecnologia da resina plástica biodegradável a partir do açúcar da cana.