Projeto Cana Verde
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Carbone Neutre
Entre mai 2006 et avril 2007, Native a effectue un bilan des émissions de gaz a effet de serre (GES) de la filière biologique de l'Usine de Sao Francisco (UFRA). Cette évaluation a été réalisée selon le protocole GHG - modèle international pour mesurer les émissions - en considérant les effets de la culture de la canne et la production de sucre et d'alcool a l'usine. Compte-tenu qu'une partie de cette production est destinée a l'exportation, l'énergie nécessaire pour le transport de ces marchandises vers leur destination finale (USA, Europe, Japon) a également été prise en compte.

Les quantités d'émissions trouvées pour UFRA sont plus basses que les niveaux moyens d'émissions de l'industrie de la canne a sucre, du fait de ses méthodes de production biologiques. Comparée a la production de sucre a partir de la betterave en Europe ou au Japon, ou encore a la production de sucre a partir de la betterave ou du mais aux Etats-Unis, les écarts sont encore plus nets, car ces méthodes de production fonctionnent a partir d'énergies fossiles alors que UFRA utilise de l'énergie a base de bagasse de canne a sucre.
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Parque Industrial

O parque industrial da Usina São Francisco está instalado em local privilegiado, entre florestas, canaviais e vegetação ribeirinha exuberante. O processamento industrial adota as mais modernas técnicas de produção, com foco em produtividade, minimização de impactos ambientais e segurança do trabalhador.

A cana orgânica chega à unidade de processamento minutos após a colheita, o que preserva integralmente suas características naturais. A pesagem das cargas inicia um processo documental que permite a perfeita rastreabilidade da produção.

No laboratório de qualidade, analisam-se amostras da cana orgânica. Posteriormente, ela é descarregada na mesa de alimentação, que a levará ao sistema de preparo, onde será desintegrada. Extrai-se o caldo orgânico por meio de um processo mecânico de moagem. Como resultado da moagem de cana crua, obtém-se um caldo de alta pureza e cor incomparável. Após a moagem, o caldo é filtrado e enviado para a fábrica de açúcar.

Deposita-se o caldo orgânico em tanques, nos quais as impurezas minerais e vegetais decantam. Essas impurezas passam por filtros a vácuo, originando um importante fertilizante orgânico que retorna aos canaviais: a torta-de-filtro. O caldo limpo é submetido à um processo de múltipla evaporação, resultando num xarope orgânico com alta concentração de sacarose, enviado aos cozedores a vácuo, onde são formados os cristais de sacarose. O produto final da cristalização compõe-se de cristais de sacarose e melaço.

Por meio de centrifugação, separa-se o açúcar do melaço e este segue como matéria-prima para a produção do álcool. O açúcar orgânico é seco e empacotado em embalagens que atendem padrões de fabricação e que podem ser recicladas após o consumo. Estocado em armazéns especialmente reservados para produtos orgânicos, pode ser expedido em contêineres para transporte marítimo, no caso das exportações, ou em outros veículos de carga, conforme a necessidade do cliente.

Monitora-se continuamente o processo industrial, ao longo da cadeia de produção. A Usina São Francisco possui um laboratório de qualidade, no qual ocorrem análises de caldo, bagaço, melaço, açúcar, álcool, entre outros. No caso do açúcar, os parâmetros de qualidade estabelecidos pela especificação são analisados regularmente, emitindo-se um certificado de qualidade ao fim da produção de cada lote.