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Entre mai 2006 et avril 2007, Native a effectue un bilan des émissions de gaz a effet de serre (GES) de la filière biologique de l'Usine de Sao Francisco (UFRA). Cette évaluation a été réalisée selon le protocole GHG - modèle international pour mesurer les émissions - en considérant les effets de la culture de la canne et la production de sucre et d'alcool a l'usine. Compte-tenu qu'une partie de cette production est destinée a l'exportation, l'énergie nécessaire pour le transport de ces marchandises vers leur destination finale (USA, Europe, Japon) a également été prise en compte.

Les quantités d'émissions trouvées pour UFRA sont plus basses que les niveaux moyens d'émissions de l'industrie de la canne a sucre, du fait de ses méthodes de production biologiques. Comparée a la production de sucre a partir de la betterave en Europe ou au Japon, ou encore a la production de sucre a partir de la betterave ou du mais aux Etats-Unis, les écarts sont encore plus nets, car ces méthodes de production fonctionnent a partir d'énergies fossiles alors que UFRA utilise de l'énergie a base de bagasse de canne a sucre.
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Ethical Biotrade

Certificação Sócio Ambiental

Ethical Biotrade

A Native – Produtos Orgânicos é membro da União para o BioComércio Ético – UEBT. Para ingressar na UEBT, a empresa teve de demonstrar compromisso com práticas de abastecimento que promovem a conservação da biodiversidade, respeitam o conhecimento tradicional e garantem a partilha dos benefícios na cadeia produtiva. A Native é a primeira empresa do mundo no ramo do açúcar e do álcool a fazer parte do seleto grupo da UEBT. No Brasil, somente algumas empresas são membros da entidade, entre elas a Natura, empresa líder no setor de cosméticos.

A UEBT (União para BioComércio Ético) é uma associação sem fins lucrativos que promove o "Abastecimento com Respeito" de ingredientes provenientes da biodiversidade. Os membros comprometem-se a assegurar progressivamente que suas práticas de abastecimento promovam a conservação da biodiversidade, respeitem o conhecimento tradicional e garantam a partilha equitativa dos benefícios ao longo de toda a cadeia de abastecimento. Para mais informações, visite www.ethicalbiotrade.org

De acordo com a UEBT, a produção dos alimentos orgânicos, açúcar e etanol orgânico para a indústria de cosméticos ajuda no atendimento aos critérios do biocomércio ético ao longo da cadeia produtiva, inclusive na relação com os fornecedores, fator decisivo para ser um membro comercial da organização.

Mercado ético

Ao ingressar na UEBT, a empresa se compromete a respeitar os princípios de BioComércio Ético. Isso significa usar práticas que promovam o uso sustentável dos ingredientes naturais, garantindo ao mesmo tempo que todos os que fazem parte da cadeia de abastecimento recebam uma remuneração justa e compartilhem os benefícios derivados do uso da biodiversidade. Ao adotar as práticas de BioComércio Ético da UEBT, as empresas promovem relacionamentos de longo prazo com suas comunidades provedoras, criando empregos, contribuindo para o desenvolvimento local e ajudando a preservar a biodiversidade local.

É o caso do sistema agroecológico implantado pela Native em suas fazendas e que chamou a atenção da UEBT. Desde 2002, um estudo científico coordenado pela Embrapa Monitoramento por Satélite tem confirmado as fazendas da empresa como ambientes altamente propícios para gerar biodiversidade. O estudo faz o inventário dos vertebrados superiores existentes nas áreas de cultivo orgânico da cana de açúcar. Em cerca de 2,8 mil levantamentos de campo, foram identificadas mais de 330 espécies de mamíferos, aves, répteis e anfíbios nas fazendas da empresa, das quais 49 estão reconhecidamente ameaçadas. Para maiores informações do inventário faunístico clique aqui.

O investimento da Native em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias ajudou a estabelecer práticas inovadoras de cultivo e processamento da cana-de-açúcar que ajudam a conservar o meio ambiente com baixas emissões de gases de efeito estufa. “Somos uma nova geração de produtores de cana-de-açúcar que distancia-se das práticas degradadoras que se usavam no passado pelo setor açucareiro no Brasil”, ressalta Leontino Balbo Júnior, vice-presidente da Native.

Ele lembra que cerca de US$ 25 milhões foram empregados no projeto que revolucionou os métodos de produção açucareira, envolvendo desde o preparo da terra até o desenvolvimento de embalagens especiais para a comercialização dos produtos da empresa.

Desde 1981, a empresa desenvolve técnicas agronômicas sustentáveis no âmbito do Projeto Cana Verde, que incluem o controle biológico de pragas, a recomposição da vegetação nativa em áreas prioritárias para conservação ambiental, adubações verdes em rotação de cultura e a eliminação das queimadas de palha antes da colheita. Tudo isso faz parte de um sistema mecanizado de produção e colheita de cana crua, no qual a própria colhedora deposita a palha verde da cana no solo, criando uma cobertura morta extremamente benéfica à sua regeneração.

A empresa não utiliza insumos químicos sintéticos ou organismos geneticamente modificados. Os nutrientes gerados no processo produtivo são todos reutilizados. O bagaço da cana gera não apenas toda a energia necessária para a produção industrial, mas também um considerável excedente de energia elétrica que é comercializado junto à rede de distribuição.

As ilhas de biodiversidade – mata nativa em meio à plantação de cana – enriquecem a biodiversidade das áreas de cultivo e contribuem para o equilíbrio ambiental. Com essas práticas, a Native criou condições de vida para muitas espécies de animais que não sobrevivem em plantios tradicionais.

Os canaviais orgânicos mantidos pela Native tornaram-se assim uma extensão dos habitats originais para a maioria das espécies. Embora não sejam suficientes para suprir totalmente abrigo e condições de reprodução a vertebrados superiores de topo de cadeia, esses habitats são decisivos na ampliação da dimensão do nicho alimentar de toda a cadeia, desde os micro-organismos até predadores superiores, como a onça parda, o cachorro do mato e o lobo guará.