Projeto Cana Verde
CLOSE
Topo
Carbone Neutre
Entre mai 2006 et avril 2007, Native a effectue un bilan des émissions de gaz a effet de serre (GES) de la filière biologique de l'Usine de Sao Francisco (UFRA). Cette évaluation a été réalisée selon le protocole GHG - modèle international pour mesurer les émissions - en considérant les effets de la culture de la canne et la production de sucre et d'alcool a l'usine. Compte-tenu qu'une partie de cette production est destinée a l'exportation, l'énergie nécessaire pour le transport de ces marchandises vers leur destination finale (USA, Europe, Japon) a également été prise en compte.

Les quantités d'émissions trouvées pour UFRA sont plus basses que les niveaux moyens d'émissions de l'industrie de la canne a sucre, du fait de ses méthodes de production biologiques. Comparée a la production de sucre a partir de la betterave en Europe ou au Japon, ou encore a la production de sucre a partir de la betterave ou du mais aux Etats-Unis, les écarts sont encore plus nets, car ces méthodes de production fonctionnent a partir d'énergies fossiles alors que UFRA utilise de l'énergie a base de bagasse de canne a sucre.
Click here to contact us
Base
Fechar
Enviar
Transparente
Nome do amigo  *
Email do amigo  *
Nome do amigo  *
Email do amigo  *
Na Vanguarda dos Orgânicos

No início dos anos 80, a Native concebeu e implantou o Projeto Cana Verde, um sistema produtivo com o objetivo de eliminar os fatores que impediam a manifestação do potencial ecológico do cultivo da cana-de-açúcar. Além das questões culturais, que envolviam, por exemplo, a real necessidade do uso de agrotóxicos, sete grandes alterações no sistema produtivo foram implantadas:


- Eliminação das queimadas

- Adoção de controle biológico de pragas

- Implantação de ilhas de biodiversidade florística

- Eliminação do uso de agrotóxicos

- Aproveitamento racional dos efluentes agroindustriais como fertilizantes

- Desenvolvimento de um sistema de manutenção da estrutura física do solo

- Adoção de práticas de adubação verde em rotação de cultura


O que se buscava era um alto índice de sustentabilidade agronômica, porém, após mais de duas décadas de adoção destas práticas, os resultados econômicos, sociais e ambientais superaram expectativas. Estas práticas trouxeram, além de aumento de produtividade e agregação de valor pela obtenção de certificação orgânica, diversos benefícios socioambientais, como melhorias quantitativas e qualitativas nos recursos hídricos, redução de emissões de gases de efeito estufa, redução de uso de insumos químicos não renováveis, mitigação do risco de contaminação de trabalhadores e consumidores, qualificação profissional de trabalhadores rurais, entre outros. No que se refere à biodiversidade, as ações implantadas integraram-se sinergicamente, gerando condições de conforto ambiental a uma variada e complexa teia alimentar.


A produção de alimentos orgânicos beneficia o consumidor, com produtos saborosos, nutritivos e seguros. Mas mais que benefícios à saúde humana, um alimento orgânico certificado é a garantia de respeito ao meio ambiente no qual foi produzido.


Em nosso Perfil de Sustentabilidade e em nosso Hotsite da Biodiversidade, apresentamos os surpreendentes resultados dessas e de outras iniciativas, que expressam nosso compromisso com a sustentabilidade, em busca de um modelo de desenvolvimento economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente responsável.


A Diretoria.